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Vivensis desenvolve o primeiro receptor brasileiro para TV 3.0

“Estamos diante de uma mudança estrutural na televisão brasileira. Participar desse processo desde as primeiras etapas reforça o compromisso da Vivensis”, afirmou o sócio-administrador da Vivensis, Yvan Cabral Freire Filho


A empresa paranaense de telecomunicações Vivensis desenvolveu e fabricou o primeiro receptor de TV 3.0 produzido no Brasil. A companhia realizou a entrega de um lote inicial de equipamentos para a EAD, em uma iniciativa coordenada com o Fórum SBTVD e o Gired, entidades responsáveis por conduzir a implementação da nova tecnologia de radiodifusão no país.

Entre os recursos técnicos da nova plataforma estão a transmissão de imagens em ultra alta definição (4K), o aumento da qualidade de áudio e a inclusão de ferramentas avançadas de acessibilidade e de recomendações personalizadas.

“Estamos diante de uma mudança estrutural na televisão brasileira. A TV 3.0 amplia as possibilidades de comunicação, entretenimento e prestação de serviços, ao mesmo tempo em que preserva a característica mais importante da TV aberta: seu alcance democrático. Participar desse processo desde as primeiras etapas reforça o compromisso da Vivensis com a inovação e com o desenvolvimento tecnológico nacional”, afirmou o sócio-administrador da Vivensis, Yvan Cabral Freire Filho.

O desenvolvimento do padrão no Brasil envolve a colaboração de emissoras, fabricantes de semicondutores e empresas de software e hardware. O avanço da infraestrutura deve estimular novos investimentos, gerar empregos qualificados no setor eletrônico e impulsionar a atividade do Polo Industrial de Manaus, onde ocorre a produção dos equipamentos necessários para a expansão do sistema.

Atuante há 29 anos no setor de tecnologia e líder no mercado de parabólicas digitais, a Vivensis integra a fase de construção da rede que estruturará as transmissões da TV 3.0. A adoção do padrão visa preparar a radiodifusão nacional para as demandas de consumo das próximas décadas e promover maior inclusão digital entre os telespectadores.

Fonte: Tela Viva