Nota13.03

 

Para divulgar e informar ainda mais o público de São Paulo sobre o desligamento do sinal analógico, que acontece no dia 29 de março, a Seja Digital inaugurou no dia 11 de março a Vila Digital, no Vale do Anhangabaú (no Centro Cultural dos Correios), localizado na região central da capital paulista.

O espaço pretende levar os visitantes a uma “viagem no tempo”, desde o início da TV brasileira, com transmissões em preto e branco, até os dias de hoje, com a qualidade de som e imagem da TV digital. A Vila Digital também conta com um ambiente interativo que oferece atividades, experiências e jogos para todas as idades.

Logo na entrada da exposição, aparelhos de televisão antigos remontam cada uma das décadas desde a primeira transmissão no Brasil. Ali, é possível assistir aos comerciais dos anos 50, aos musicais e auditórios dos anos 60, programas de humor dos anos 70, clássicos infantis dos anos 80, flashes esportivos dos anos 90 e às cenas da dramaturgia dos anos 2000. 

Ao acompanhar essa evolução na programação da TV aberta, o visitante traça um caminho iluminado no chão - que começa preto e branco e vai ganhando cores, como a TV. No local, também há imagens dos principais artistas dessas épocas.

Entre as atividades interativas, a exposição oferece óculos 3D que permitem aos visitantes vivenciar a tecnologia de realidade virtual, espaço para tirar fotos com montagens digitais de artistas da TV e estúdio de TV digital, com direito a cenário e fundo em chroma key, em que é possível simular a gravação de um programa ao vivo.

Como forma de apresentar os benefícios trazidos pela banda larga móvel de quarta geração, tecnologia que será expandida no Brasil com o desligamento do sinal analógico de TV, diversos jogos são oferecidos em uma mesa touch screen e em dispositivos móveis, como tablets e smartphones. O espaço cria um ambiente futurista, oferecendo ao público a experiência de um mundo conectado à internet de alta velocidade.

A Vila Digital está aberta ao público de terça a domingo, das 11h às 17h, até o dia 31 de março.

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Nota10.03

 

A TV Bahia completa 32 anos de existência neste dia 10 de março e como presente pela data especial, a emissora se prepara para entrar na era digital e transmitir imagem e som de alta definição para todo o estado baiano, a partir de julho. “É um aniversário especial, pois entramos em um novo ciclo, agradecendo ao sinal analógico que nos trouxe até aqui e dando às boas-vindas à era 100% digital”, comemora ACM Junior, presidente da Rede Bahia.

A TV Bahia foi a primeira das regiões Norte e Nordeste a transmitir sua programação com sinal digital (HDTV), em dezembro de 2008. Desde então, o canal tem investido fortemente em captação e produção de conteúdo em alta definição, bem como ampliação da sua área de cobertura digital, que atingiu no final do ano passado 76% da população e 86% do IPC (Índice de Potencial de Consumo do estado).

Com seis emissoras afiliadas à Rede Globo – TV Bahia em Salvador, TV Oeste em Barreiras, TV Santa Cruz em Itabuna, TV São Francisco em Juazeiro, TV Subaé em Feira de Santana e TV Sudoeste em Vitória da Conquista – a Rede Bahia de Televisão está entre as maiores do país. Em 2016, a emissora encerrou novamente como a preferida entre os baianos, liderando a audiência em 91% dos minutos do ano.

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Nota08.03

 

Ao realizar a instalação de uma antena coletiva para receber o sinal de TV digital, o síndico deve observar vários aspectos importantes e evitar soluções que, aparentemente, apresentam uma relação custo x benefício atrativa – geralmente ofertadas por instaladoras de antenas coletivas.

O cabeamento deve ser adequado para o sinal UHF, com preferência para a utilização do cabo coaxial RGC 59 ou RG6, ambos com 90% de malha. Este modelo é o mais adequado para a transmissão digital devido à menor perda de sinal em frequências mais altas, em comparação a outras opções. Se o cabo for inadequado, alguns canais não podem ser assistidos pelo telespectador.

Se a instalação for antiga, deve-se avaliar a condição do cabeamento da antena coletiva. Em muitos edifícios, o tipo existente é adequado somente para o sinal VHF e analógico. Nestes casos, o ideal é a troca das antenas e de todo o cabeamento e seus acessórios (conectores, divisores de frequência, amplificadores, etc).

Mais conveniente seria a troca da antena coletiva para todos os apartamentos. Mesmo no curto prazo, o investimento com a mudança de cabeamento será compensado pela qualidade e recursos que a TV digital aberta oferece, bem como a possibilidade de eliminação da opção por assinatura, caso o condômino utilize apenas para assistir aos canais de TV abertos e gratuitos.

Algumas instaladoras de antenas coletivas oferecem como solução “mais barata” a conversão do canal digital para o analógico, distribuindo-o no prédio por meio do mesmo cabeamento.  Neste tipo de solução, são instalados junto à antena coletiva conversores digitais comuns para cada canal existente. Por exemplo: em uma cidade com dez canais digitais, vão ser instalados dez conversores digitais, um para cada canal existente. O sinal digital de cada conversor é convertido para sinal analógico e enviado para os apartamentos.

O custo desta solução é quase o mesmo da troca do cabeamento e muito mais propenso a apresentar falhas, visto que há mais componentes neste tipo de sistema para a antena coletiva. Além da qualidade insatisfatória da imagem, quando um novo canal de TV entrar em operação, o condomínio precisará comprar um novo conversor e o antenista chamado para realizar uma nova instalação.

Ademais, o usuário não terá os benefícios que a TV digital aberta oferece, tais como imagem em alta definição, multiprogramação nos canais públicos (TV Brasil, TV Justiça e TV Cultura), som estéreo e Closed Caption (legendas).

Para melhor compreensão, acesse o site www.dtv.org.br e tire essas e outras dúvidas a respeito da instalação.

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Nota07.03

 

As ações da TV Diário em Mogi das Cruzes para esclarecer dúvidas sobre o desligamento do sinal analógico e chegada do sinal digital de TV, agendado para o dia 29 de março, vão ganhar um reforço de peso neste dia 7 de março.

O caminhão digital da TV Globo, que já rodou outros lugares do Brasil onde o sinal analógico foi desligado, vai estacionar na Praça do Rosário, na área central da cidade, e montar dois telões de LED para transmitir informação aos telespectadores que ainda têm dúvidas sobre a transição do sinal.  O atendimento será das 11h às 13h.

“Nosso objetivo é conscientizar as pessoas da sintonia da TV Diário no digital. Estamos prontos para transmitir o sinal e dependendo apenas de burocracias legais para que isso ocorra. Nossa expectativa é de que até semana que vem tudo esteja ajustado”, revelou o gerente de Programação da emissora, Gustavo Pinho.

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Nota06.03

 

A migração para o sistema de TV Digital, prevista para ocorrer em 89 municípios do Rio Grande do Sul, iniciou sua contagem regressiva no último dia 31 de janeiro. No mesmo dia, em 2018, o sistema analógico será desligado e todos os canais abertos passarão a ser totalmente digitais. Venâncio Aires, cidade localizada no interior do estado, não está inclusa nesta primeira lista, entretanto, a procura pelos conversores digitais tem crescido muito nos estabelecimentos locais.

A reportagem do jornal Folha do Mate foi às ruas para conferir como está a procura por novos aparelhos de TV e também pelos conversores digitais. Nos três estabelecimentos consultados, os vendedores afirmaram que a venda de conversores aumentou significativamente.

O vendedor de uma loja de eletrônicos, Fábio Schulz, explicou que a venda passou a crescer a partir do mês de dezembro. “Antes, eram encomendados em torno de cinco ou seis aparelhos mensalmente, e, agora, é preciso fazer o pedido de cerca de 20. Algumas vezes, ainda torna-se necessário fazer dois pedidos em um mesmo mês, o que antes raramente ocorria”, relata.

A vendedora de uma loja de eletrodomésticos, Maria Ieda Brixus, relata que o estabelecimento oferece todas as TVs com conversor digital embutido e que, nesta semana, passou a oferecer também conversores digitais aos seus clientes. Ela explica que a venda dos televisores sempre passa por alta em datas especiais, como Natal, Dia das Mães e dos Pais e Copa do Mundo, por exemplo, mas o que chama atenção é que os consumidores fazem questão de questionar sobre a inclusão do conversor na TV.

Em outro estabelecimento de venda de eletrodomésticos de Venâncio Aires, a venda de conversores digitais também aumentou desde o início do ano. De acordo com o vendedor, Régis Kipper, no local são vendidas apenas TVs que já têm o conversor embutido. Kipper explica que o consumidor interessado em adquirir um aparelho televisor novo, logo questiona sobre a inclusão ou não do conversor. “As pessoas estão bem informadas”, destaca.

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Nota24.02

O Gired (Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV) se reuniu no dia 20 de fevereiro para revisar e aprovar o novo manual das regras de comunicação obrigatórias para o desligamento da televisão analógica. As normas já valem para São Paulo, próximo local a desligar o sinal, no dia 29 de março de 2017.

Entre as mudanças, está o formato da contagem regressiva para o desligamento, que passa a ficar no lado superior esquerdo e não abaixo do logo “analógico” como antes. O tamanho da fonte do letterboxing passa de 27 para 32, e a cor da tela de fundo pós-desligamento muda do preto para o cinza, o que vai gerar uma economia de 25% na energia.

O engenheiro da Abratel – Associação Brasileira de Rádio e Televisão e integrante do Gired, André Felipe Trindade, aponta a importância dessas mudanças. “As novas regras facilitam para o telespectador, principalmente àqueles que assistem a televisão de tubo pequena, para que possam ler melhor e identificar que estão assistindo à televisão analógica”.

Para acessar o manual completo e conferir todos os detalhes das mudanças anunciadas pelo Gired, clique aqui.

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Nota22.02

 

Há pouco mais de um mês na presidência da SET, a engenheira Liliana Nakonechnyj apontou quais são os principais desafios da cadeira mais alta da associação em entrevista concedida ao portal da SET Brasil.

A dirigente revelou o que a entidade pode esperar desta gestão e destacou que um dos grandes desafios no biênio 2017-2018 é “continuar a apoiar a digitalização da TV aberta no Brasil, tendo em vista o atual processo de apagão analógico”.

Abaixo, confira os principais trechos da entrevista:

 

Desafios da SET

“Pesquisas realizadas em setembro de 2016 reafirmam o reconhecimento do alto valor institucional e seriedade da SET. Mas apontam também que precisamos estreitar o diálogo com os profissionais do setor e encontrar novas formas de contribuir para seu aprimoramento tecnológico”.

“Queremos continuar evoluindo nas parcerias nacionais e internacionais da SET, consolidando os inúmeros acordos que o ex-presidente Olímpio Franco fez com diversas entidades, tanto no Brasil como ao redor do globo, e incrementando a colaboração latino-americana”.

“A SET vai reunir novas gerações de profissionais, experiências e perspectivas, de modo a continuar relevante e útil num mundo em rápida transformação. Assim, todos os que se dedicam ao setor poderão continuar se orgulhando de dominar as tecnologias que ofereçam aos brasileiros o que há de melhor e mais adequado no que tange a conteúdos audiovisuais eletrônicos”.

 

Prioridades no biênio 2017-2018

“A SET precisará continuar a apoiar a digitalização da TV aberta no Brasil, tendo em vista o atual processo de apagão analógico, cujo sucesso passa pelo preparo tecnológico de profissionais em todo o país, por normas técnicas claras e eficientes e por um plano de canalização digital que contemple a migração. Esse é um trabalho que vem sendo realizado primordialmente por nosso Grupo de Espectro”.

“Os grupos de Acessibilidade, IBB e IP continuarão ativos, desenvolvendo seus trabalhos. Mas, consoantes com a necessidade de abrir o leque, estamos levantando novos temas de interesse para estruturar grupos adicionais de discussão”.

“Estamos fomentando, também, o início do debate sobre as futuras gerações de televisão que já sucedem o HDTV, as chamadas UHDTV, e sobre suas possibilidades de distribuição à população de nosso país, seja por radiodifusão ou outras plataformas. O que mais me alegra é que entidades importantes, representantes dos vários setores envolvidos no audiovisual digital, tais como Fórum SBTVD, ABERT, ABRATEL, ABINEE, ABTA, ELETROS apoiam essa iniciativa. E esperamos que outras mais se juntem ao debate”.

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Nota20.02

 

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, reforçou o apoio do Governo Federal a projetos desenvolvidos pela Universidade de São Paulo (USP). No dia 20 de fevereiro, o reitor da instituição, Marco Antônio Zago, apresentou ao titular do Ministério os programas de pesquisa apoiados pela pasta.

“Foi um encontro muito proveitoso e, com certeza, o Governo Federal, por meio do nosso Ministério, estará presente junto à USP para que ela possa continuar desenvolvendo os trabalhos de excelência que aqui realiza”, reiterou Kassab.

O ministro ainda ressaltou que o investimento público em atividades de ciência, pesquisa e educação são benéficos para o País, especialmente diante do recente cenário de recuperação econômica. “Os investimentos não são sempre a fundo perdido. Existem os investimentos na forma de financiamento, portanto, que têm um retorno para o País. E ciência, pesquisa, educação, em qualquer país do mundo, precisam do recurso público também para que sejam propulsionados”.

Também participaram do encontro o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC, Alvaro Prata, e os pró-reitores de Graduação, Gilberto Carlotti Junior, e de Pesquisa, José Eduardo Krieger.

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Nota19.02

 

Cerca de 500 mil kits para conversão do sinal de TV analógica para digital foram distribuídos na Grande São Paulo. O desligamento da transmissão analógica na capital e nos 38 municípios que compõem a região metropolitana deve ocorrer no dia 29 de março. Até lá, a expectativa da Seja Digital é que pelo menos mais 400 mil kits sejam entregues antes da mudança definitiva do sistema de transmissão nas cidades.

O conjunto de aparelhos, que inclui antena de TV digital, conversores e controle remoto, será distribuído para famílias de baixa renda, que teriam dificuldades de arcar com a mudança por conta própria. Famílias que estejam inscritas nos programas sociais do Governo Federal, como Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), podem agendar o recebimento do conversor de TV pela internet ou por telefone (147).

Com sete milhões de residências e mais de 20 milhões de habitantes, a metrópole marca uma nova etapa na desativação do sinal analógico. Até o momento, foram feitas duas experiências, uma piloto, no município goiano de Rio Verde, e outra que englobou o Distrito Federal e cidades do entorno da capital federal.

“Uma vez resolvido o problema de São Paulo, nas demais capitais brasileiras esse trabalho será muito mais célere e facilitado”, ressaltou o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros. Até o final de janeiro, 86% dos residentes na região metropolitana já tinham aderido à transmissão digital. “Como a TV digital está funcionando há quase 10 anos, foi a primeira capital brasileira a contar com sinal digital, provavelmente muitas pessoas que até tinham direito não tenham necessidade de tirar o kit para uso”, acrescentou Quadros.

Os kits continuarão a ser distribuídos até 90 dias após o desligamento do sinal analógico nas cidades da Grande São Paulo. A meta é que, até o dia marcado para a desativação do antigo modelo de transmissão, 93% dos moradores da região tenham aderido ao sistema digital. “Estamos entregando uma média de 80 mil kits por semana, porém, temos capacidade para entregar até 130 mil kits neste mesmo período”, destacou o presidente da Seja Digital, Antonio Martelletto.

Com a mudança na transmissão do sinal de TV, as faixas de frequência serão disponibilizadas para ampliação das rádios FM e oferta de serviço de banda larga móvel de quarta geração (4G). Depois da Grande São Paulo, o sinal analógico será encerrado em Goiânia, Recife, Fortaleza, Salvador e Belo Horizonte. Em setembro, o processo vai atingir grandes regiões do estado de São Paulo: Campinas, Santos, Vale do Paraíba, Ribeirão Preto e Franca. “Pelo menos 80% da população vai estar só com a recepção digital até o final de 2018. O restante até 2023”, disse Martelletto.

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Nota16.02

 

Os moradores de Itaquaquecetuba/SP puderam tirar dúvidas sobre o desligamento do sinal analógico de TV, em uma tenda montada na área central da cidade pela TV Diário, emissora afiliada à Rede Globo na região do Alto Tietê.

“Nós precisamos informar à população sobre o desligamento do sinal analógico. Muitas pessoas pensam que precisam trocar de aparelho de TV para receber o sinal digital. Não precisa! Então estaremos nas dez cidades do Alto Tietê para explicar os passos que devem ser adotados para receber o sinal em casa”, comenta Gabriela Jimenes, coordenadora de eventos da TV Diário.

O evento aconteceu na praça Padre João Álvares, no centro da cidade, e contou com o auxílio de um editor de imagens da emissora, orientando as pessoas que passavam pelo local.  “Dia 29 de março será desligado o sinal analógico, ou seja, sinal com ruído, com fantasma. Para ter o sinal digital é preciso ter uma TV com conversor embutido ou uma TV de tubo, mais antiga, com conversor próprio para ele”, explicava Weberton Morais.

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