Fórum Internacional

 

Pela terceira vez consecutiva em pouco mais de um ano, o Brasil foi sede das discussões do Fórum Internacional, encontro que reúne representantes de todos os países para abordar o status da implementação da TV Digital e atualização da experiência do setor no cenário mundial. Desta vez, no último dia 29, a reunião aconteceu durante o SET Expo 2016. No ano passado, os encontros haviam sido realizados em agosto, também dentro do evento, e novembro, em Brasília/DF.

O Fórum reuniu participantes da Bolívia, Brasil, Chile, Costa Rica, Equador, Guatemala, Honduras, Japão, Paraguai e Venezuela, para revisão e consolidação dos documentos de harmonização e consolidação que sirva de linha-guia para a implantação do ISDB-T de forma unificada, em todos os países. Ao longo de sua existência, o Fórum elaborou três documentos de harmonização técnica: middleware, hardware e EWBS.

Para Roberto Colletti, analista do Ministério das Comunicações, é importante reunir-se a países com experiência mais avançada, pois tendem a contribuir e agregar maior conhecimento nestes documentos, para que aqueles países que estejam em um estado menos avançado de implantação possam se beneficiar do aprendizado e impulsionar a transição para a nova tecnologia.

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Sexta, 15 Julho 2016 21:48

Criação do SBTVD completa dez anos

Nota15.07 

A criação do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T) completa dez anos nesta quinta-feira (30). A publicação do Decreto 5.820/06  estabeleceu as diretrizes para a migração do sinal analógico para o digital, que permite à população receber uma programação com melhor qualidade de imagem e som, sem interferências como chuviscos ou fantasmas. A televisão é o meio de comunicação mais popular do país, presente em 97% dos lares, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As vantagens do sinal digital incluem também a capacidade de ser assistida em dispositivos móveis; a multiprogramação, que comporta a transmissão de diferentes programações em um mesmo canal; e a possibilidade de interatividade por meio do Ginga, o middleware nacional para a troca de dados diretamente pelo televisor.

A discussão sobre a tecnologia começou em 1994 e envolveu governo, emissoras, empresas e universidades. O padrão implantado no Brasil foi o nipo-brasileiro (ISDB-T), uma adaptação da tecnologia japonesa a particularidades do território nacional. Atualmente, o sistema é adotado em 18 nações. Além de Brasil e Japão escolheram o ISDB-T Peru, Argentina, Chile, Venezuela, Equador, Costa Rica, Paraguai, Filipinas, Bolívia, Uruguai, Maldivas, Botsuana, Guatemala, Honduras, Sri Lanka e Nicarágua.

O gestor do projeto de implantação da TV Digital no país, William Zambelli, afirma que, na América do Sul, o Brasil foi a primeira nação a começar o desligamento do sinal analógico de TV. A ação começou por Rio Verde (GO), no dia 1º de março. No mundo, 60 países já completaram esse processo.

“Segundo a União Internacional de Telecomunicações (UIT) são 60 países que fizeram o desligamento completo, 59 estão em fase de transição, 19 definiram o padrão, mas não começaram o processo e 70 ainda não decidiram a tecnologia que vão utilizar”, elencou.

 

Aos poucos

Para garantir a cobertura do sinal para a toda a população, foram adotadas, desde 2006, medidas como a consignação de canais para as emissoras transmitirem os sinais analógico e digital ao mesmo tempo; o estabelecimento, em 2011, de um Processo Produtivo Básico (PPB) para a produção de televisores de tela plana com conversor digital embutido; e, mais recentemente, a distribuição de kits de antena e conversores digitais para os beneficiários do Bolsa Família. Os aparelhos permitem que os televisores de tubo também recebam o novo sinal.

“Se a gente fosse seguir a verão inicial do Decreto 5.820/06, nós iríamos desligar o sinal analógico em todo o Brasil hoje, dia 30. Mas, em 2013, depois de diversas pesquisas e estudos internacionais, foi decidida a alteração do cronograma de forma escalonada, já que não seria viável encerrar o sinal em uma única data devido à extensão territorial e diversidades do País”, afirma Zambelli.

 

A programação

Hoje, o calendário prevê até 2018 o desligamento das capitais, regiões metropolitanas e cidades em que seja necessário liberar a frequência usada pela TV analógica para a implantação da quarta geração da telefonia móvel, o 4G, na faixa de 700 MHz. Essa frequência foi leiloada em 2014 pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Atualmente, o 4G já está prestado na faixa de 2,5 GHz.

A próxima cidade no calendário de desligamento é Brasília, contando com mais nove municípios do Entorno do DF, em 26 de outubro. Confira o cronograma de desligamento aqui.

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EiTV

 

A EiTV traz ao SET Expo 2016 sua linha completa de soluções para TV Digital, streaming e TV online, composta por enconders, datacasters, soluções de legendagem e plataformas de auditoria de TV Digital, como o EiTV Inspector, sistema de controle de qualidade para emissoras de TV.

Há décadas, a lei exige que cada emissora grave a própria programação e disponibilize o conteúdo por algum tempo, para eventual fiscalização ou solicitação judicial. Isso gera um custo sem benefício para as empresas. Com o Inspector, o sinal BTS é gravado e analisado em todos os aspectos. Isso inclui o transport stream, que decodifica tabelas do PSI/SI e exibe PDIs com seus tipos, bitrate e erros de continuidade; análise de Loudness, EPG, interatividade e Closed Caption, fazendo a contagem total de horas das legendas; e conversão no formato SRT para download. O Inspector aceita os formatos RF, ASI (188/204) ou IP.

Pela interface WEB, o sistema oferece preview do conteúdo armazenado com decodificação do Closed Caption, e fornece a opção de configurar períodos para exportação automática do BTS completo (comprimido) ou de serviços especificados, com horários pré-estabelecidos de acordo com o EPG ou de forma independente. Neste caso, a baixa resolução aumenta os períodos de gravação. 

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Hitachi

 

Com destaque para a integração dos fluxos de trabalho nas emissoras, a Hitachi apresenta soluções integradas para captação de vídeo, estúdio e produção, para transporte de sinais, e de transmissão de baixa e alta potência no SET Expo 2016.

Reduzir os custos em energia elétrica é outra preocupação da empresa, uma vez que os gastos relacionados à energia elétrica, associados à necessidade de manter as plantas analógicas e digitais de forma simultânea, trouxeram aumento significativo nas despesas e impactaram os resultados financeiros das emissoras.

Como novidade, a Hitachi destaca os transmissores da família E-Compact, com tecnologia Doherty, que proporcionam redução da ordem de 50% no consumo. A tecnologia também reavalia a relação entre Eficiência Energética x MER x Área de Cobertura, baseada em estudos, simulações laboratoriais e práticas de como otimizar os parâmetros de acordo com a necessidade específica. 

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Abertura SET Expo 2016

 

O SET Expo 2016 foi aberto oficialmente nesta terça-feira (30), no Expo Center Norte, em São Paulo, em cerimônia que reuniu autoridades do mercado de tecnologia para transmissão e personalidades políticas. Entre os convidados que compuseram a mesa, esteve o Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab; o ministro das comunicações do Japão, Jiro Akama; e do presidente do Fórum SBTVD, Roberto Franco

As boas-vindas foram estendidas pelo presidente da SET, Olimpio José Franco, que em dado momento do discurso chegou a se emocionar, ao recordar as conquistas do setor e a contribuição da feira nesse processo de crescimento.

A cerimônia ainda lembrou os dez anos da adoção do padrão ISDB-T para a TV Digital aberta no Brasil. Em comemoração à data, placas de homenagem foram trocadas entre os presidentes do Fórum SBTVD e SET, e autoridades do Japão.

O auditório ainda recebeu diversas autoridades representando países da América Latina: Augusto Espín, ministro das telecomunicações do Equador; Ebal Jair Diaz Lupian, presidente da Comissão Nacional de Telecomunicações de Honduras; Miguel Ángel de Godoy, presidente da Agência Nacional de Comunicações da Argentina; Edwin Estrada Hernandez, vice-ministro das Telecomunicações da Costa Rica; Marco Antonio Vásquez Quiroga, vice-ministro das Telecomunicações da Bolívia; Cristian Alexander Aguilar López, vice-ministro das Comunicações da Guatemala; Raul Lazcano, chefe de Política Regulatória e da Divisão de Estudos da Subsecretaria de Telecomunicações, do Chile; Cesar Palacio Carceres, diretor geral de Comunicação Estratégica, Informação e Secretaria de Comunicação do Paraguai; Judith Coromoto Acevedo Diaz, diretor geral de telecomunicações e serviços postais da Venezuela; e Nahima Janet Diaz Flores, diretora geral do Conselho de Telecomunicações e Instituto Postal da Nicarágua.

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